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Vereadores derrubam veto de prefeito em lei sobre hasteamento da bandeira e hino nacional

Escolas da Reme e privadas da Capital terão como obrigação no início da primeira aula de cada turno

23 de Abril de 2020
19:32
Foto: Valdenir Rezende/ Arquivo/ Correio do Estado

Em única discussão, os vereadores derrubaram o veto total prefeito Marcos Trad (PSD) ao projeto de lei 8.868/18, que dispõe sobre a presença da bandeira de Campo Grande e do Brasil e sobre a entoação do Hino Nacional Brasileiro e do Hino a Campo Grande nas escolas de ensino fundamental da Rede Municipal de Ensino (Reme) e escolas particulares da Capital. O veto na proposta dos vereadores William Maksoud (PTB), Dr. Cury (DEM), João César Mattogrosso (PSDB), Odilon de Oliveira (PSD), Betinho (Republicanos), Júnior Longo (PSDB) e André Salineiro (Avante) foi derrubado por 19 votos a favor do projeto, contra dois que votaram para mantê-lo. “Já existe uma lei federal e duas municipais sobre o tema [hino nacional]. A lei federal traz que se as escolas não fizerem, o prefeito pode responder. As escolas não estão fazendo isso que já está em lei", defendeu Salineiro. “Acredito que as escolas deveriam fazer por conta própria logo pela manhã, sem precisar obrigar, é um projeto que não vai atingir o prefeito em nada, entendo que isso estará auxiliando no ato cívico dos alunos", opinou o vereador Carlão (PSB). Com o projeto, as escolas de nível fundamental da Reme e privadas da Capital terão como obrigação, uma vez por semana, no início da primeira aula de cada turno, promover o hasteamento das bandeiras e realizar a entoação dos hinos, conforme estabelecido na legislação. Além disso, a matéria também aponta que nas escolas da Reme será feita leitura de texto bíblico, que acontecerá de forma facultativa no início da primeira aula dos períodos matutino e vespertino, e será feita por um aluno a convite do professor.. A execução vocal e o hasteamento serão realizados sob orientação do corpo docente do estabelecimento de ensino, segundo o texto aprovado na Casa de Leis. Fonte: Correio do Estado

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