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MS teve 126 notificações de dengue por dia na última semana

Todas as cidades do Estado têm alta incidência da doença, que já matou 39 neste ano

02 de Julho de 2020
18:26
Foto: Valdenir Rezende / Correio do Estado

Nos últimos sete dias, Mato Grosso do Sul teve 886 novas notificações de dengue, o que dá uma média de 126 casos por dia. No ano, 39 pessoas morreram pela doença no Estado, conforme aponta boletim epidemiológico divulgado hoje (2) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). Todos os 79 municípios do Estado estão com alta incidência de dengue, com mais de 300 casos para cada 100 mil habitantes. De janeiro até esta quinta-feira (2), Mato Grosso do Sul soma 64.480 notificações de dengue, o que corresponde já há mais de 87% do total de casos notificados no ano passado, de 85.437. Apesar do número ainda ser alto, conforme a SES, as notificações vêm tendo queda nas últimas semanas e tendem a desacelerar no inverno, quando há períodos de estiagem. Mesmo assim, a doença ainda preocupa, devido ao fato de que além da dengue, também há a pandemia novo coronavírus, que vem registrando aumento de casos e mortes no Estado. Quanto as mortes, em seis já superaram as registradas nos 12 meses de 2020. São 39 óbitos neste ano, enquanto no ano passado foram 29. Óbitos ocorreram em Campo Grande (7), Corumbá (4), Naviraí (3), Mundo Novo (2), Caarapó (2), Chapadão do Sul (2), Ponta Porã (2), Dourados (2) e Aquidauana, Bodoquena, Sidrolândia, São Gabriel do Oeste, Pedro Gomes, Costa Rica, Cassilândia, Paranaíba, Nova Andradina,Itaporã, Dourados, Laguna Carapã, Itaquiraí, Ivinhema e Sete Quedas, com um óbito em cada. Taxa de incidência de dengue é de 2.288,4 no Estado, o que o mantém o Estado em segundo lugar no ranking de estados com maior incidência da doença no País. DENGUE Dengue é uma doença febril aguda, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Segundo a SES, enquanto a maioria dos pacientes se recupera após evolução clínica leve e autolimitada, uma pequena parte progride para doença grave. Fatores de risco individuais determinam a gravidade da doença e incluem idade, comorbidades (doenças pré-existentes) e infecções secundárias. Principal forma de prevenção é evitar água parada em qualquer local em que ela possa acumular, que são locais de criadouro do mosquito, que também transmite zika e chikungunya. Fonte: Correio do Estado

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