revistadestaque@terra.com.br
(67) 3384-4384

Prefeito amplia limite para transporte de passageiros em pé nos ônibus da Capital

Uso de máscaras contínuas obrigatórias e devem ser circulares com ar-condicionado

25 de Setembro de 2020
14:59
Foto: Valdenir Rezende / Correio do Estado

Ônibus do transporte coletivo de Campo Grande rodar com até 30% da capacidade de passageiros em pé. Novo decreto, que ampliou o limite de passageiros em pé, foi assinado pelo prefeito Marcos Trad (PSD) e publicado hoje (25) no Diário Oficial do Município. Até então, decreto que estava em vigência limitava a quantidade de usuários de acordo com o tamanho e tipo do ônibus, sendo o máximo permitido de 15 em pé nos veículos articulados. Com a nova determinação, os decretos anteriores foram revogados e os ônibus devem limitar o transporte de passageiros em pé ao máximo de 30% da lotação máxima de passageiros permitida pela fábrica. Todos os veículos devem afixar, em seu interior, adesivos qual é esta lotação máxima. Medida foi tomada após solicitação do Consórcio Guaicurus, que pediu que a capacidade fosse ampliada para 50% da capacidade. No entanto, após estudos técnicos e de biossegurança realizada pela Vigilância Sanitária, foi autorizado o percentual de 30%. Uso de máscaras descartáveis ​​ou caseiras continua obrigatório para todos os usuários do transporte coletivo. Os ônibus que têm sistema de ar-condicionado ou climatização somente podem circular com esses equipamentos desligados e com todas as abertas abertas. Desde março, o transporte coletivo ópera abaixo da capacidade para determinação da prefeitura de Campo Grande, devido à pandemia do coronavírus., No fim do mês passado, os terminais, que estavam fechados aos domingos, voltaram a funcionar no dia, com linhas normais substituindo como especiais que estavam rodando. Foi publicado no fim da manhã desta sexta-feira (25) o Decreto n. 14.470, de 24 de setembro, que conhecimento medidas de contenção da propagação de contágio do Covid-19 para as atividades e a prestação dos serviços relativos ao transporte coletivo. Fonte: Correio do Estado

Matéria não encontrada!