revistadestaque@terra.com.br
(67) 3384-4384

Tempestade de cinzas e areia assusta piloto, e helicóptero quase é 'engolido'

Moradores e combatentes de incêndio registraram 'nuvem de poeira gigantesca' na região da Serra do Amolar, em Corumbá (MS), que tem sido atingida por incêndios.

15 de Outubro de 2020
20:02
Foto: Comandante Sathler/Ibama

O piloto de um helicóptero do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) precisou fazer manobras para desviar de uma tempestade de cinzas e areia que se formou região da Serra do Amolar (MS), na última terça-feira (13). Nas últimas semanas, as queimadas avançaram sobre a serra, que é uma das áreas mais preservadas do Pantanal. "Foi no momento em que eu estava voando me deparei com uma nuvem, com características totalmente diferentes, uma tempestade com cinzas e areia vindo de dentro do Pantanal, na Serra do Amolar. Tive que passar por cima da serra e cruzei para tentar justamente fugir dessa tempestade e fazer o pouso efetivo em uma fazenda", afirmou o piloto Álver Sathler. Segundo ele, por pouco a aeronave não foi engolida pela nuvem, que estava "muito baixa e escura", o que poderia ter provocado um acidente. 'Dia escureceu' As equipes que combatiam os incêndios no Pantanal e os moradores de Corumbá, a 444 km de Campo Grande, se assustaram com a "nuvem de poeira gigantesca" formada antes de chover na região. Segundo o coronel Ângelo Rabelo, presidente do Instituto do Homem Pantaneiro, que estava no local, a cena foi "assustadora": "O dia escureceu". Ele contou que a nuvem escura, misturada ao vento, trouxe muita fuligem das queimadas e dificultou a respiração e a visão de quem estava no local. Fonte: G1

Matéria não encontrada!