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Médica picada por cobra em MT volta a trabalhar mas continua fazendo fisioterapia: 'Comemorando cada etapa'

Após quase 50 dias do acidente, Dieynne Saugo conta que retomou treinos, atendimentos e é acompanhada por uma equipe médica.

16 de Outubro de 2020
17:26
Foto: Dieynne Saugo/Arquivo pessoal

A médica Dieynne Saugo, de 33 anos, que foi picada por uma cobra jararaca quando tomava banho em uma cachoeira de Nobres, a 151 km de Cuiabá, ainda recebe acompanhamento médico e tratamentos após quase 50 dias desde o acidente. Ao G1, Dieynne contou que está fazendo fisioterapia três vezes por semana para manter os movimentos do corpo. “Estou com uma boa mobilidade da mão, dos dedos e do braço esquerdo. Já finalizei o tratamento com o anticoagulante oral e já voltei para os treinos. Estou comemorando cada etapa”, ressaltou. Ao ser picada pela cobra nas regiões do rosto, braço e pescoço, a médica teve comprometimento da respiração devido ao inchaço e precisou passar por transfusão de sangue e pelo processo de traqueostomia para desobstruir as vias aéreas, que estavam comprometidas em 70%. Ela ficou nove dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Agora estou ótima graças a Deus. Estou me recuperando super bem. Sempre converso com os médicos por WhatsApp e mando fotos para acompanharem minha evolução. Eles estão felizes com a minha rápida recuperação”, contou. Dieynne afirmou que pretende voltar a frequentar as cachoeiras mesmo após o episódio. Enquanto esteve se recuperando no hospital, a médica publicou fotos nas redes sociais que foram tiradas minutos antes do incidente na cachoeira. Relembre o caso Dieynne tomava banho com amigos na Cachoeira Serra Azul, em Nobres, durante um passeio no domingo (30), quando a cobra despencou com a queda d’água da cachoeira e atingiu a vítima. Ela foi picada duas vezes, no rosto e no pescoço. No momento em que ocorreu o incidente, uma amiga gravava um vídeo no local e acabou registrando quando ela se assusta com o animal e grita ao ser picada. Ela deu entrada no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) vomitando sangue e com edemas. Após receber o soro antiofídico, ela foi encaminhada ao Complexo Hospitalar de Cuiabá — posteriormente, a família optou pela transferência para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O local em que ocorreu o incidente fica a mais de 150 km do hospital. Foram cerca de 3 horas até chegar até a unidade de saúde para a aplicação do soro. Em nota, o Parque Sesc Serra Azul, responsável pela atração turística, informou que a equipe de saúde da pousada foi chamada imediatamente, deu todas as orientações e está acompanhando o caso desde então. Fonte: G1

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