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Defesa de Robinho no Brasil se manifesta: "Não houve violência sexual"

Jogador, hoje no Santos foi condenado em primeira instância na Itália

16 de Outubro de 2020
17:29
Foto: Ivan Storti / Santos FC

A defesa de Robinho se posicionou nesta sexta-feira após a publicação da reportagem do ge que mostra as transcrições das conversas do jogador com amigos na condenação em primeira instância por violência sexual, em 2013, na Itália. Na nota divulgada pela advogada Marisa Alija e o advogado Luciano Santoro, "o jogador reitera que não cometeu o crime do qual é acusado e que sempre se relacionou sexualmente de maneira consentida". O texto segue com: "Taxativamente não houve violência sexual tampouco admissão de culpa nas interceptações telefônicas, o que fica claro quando analisadas na integralidade e no contexto correto. Segundo eles, "há nos autos provas suficientes da inocência de Robinho". Ela diz que houve distorção e corte na transcrição dos áudios, além de divergências na tradução do português para o italiano no processo. Segundo a defesa, os advogados em Milão e Roma tomarão as devidas providências. A manifestação cita ainda um agradecimento de Robinho aos torcedores do Santos e destaca que, "como pai de família e atleta, faz questão de ressaltar que repudia todas as formas de violência". Veja abaixo a nota completa: Com relação à reportagem “As gravações do caso Robinho na Justiça Italiana”, publicada hoje pelo GE, os advogados do jogador Robson de Souza esclarecem: 1.O Jogador reitera que não cometeu o crime do qual é acusado e que sempre que se relacionou sexualmente foi de maneira consentida; 2.Taxativamente não houve violência sexual tampouco admissão de culpa nas interceptações telefônicas, o que fica claro quando analisadas na integralidade e no contexto correto; 3.Por se tratar de processo sigiloso e ainda em curso, estamos impedidos de falar sobre o mérito das acusações. Entretanto, sobre a divulgação em si, deve ser esclarecido que há nos autos provas suficientes da inocência de Robinho – as quais infelizmente não foram divulgadas na matéria – e outras que ainda serão apresentadas à Justiça italiana, que certamente levarão à sua absolvição. Há diversas conversas interceptadas que não foram corretamente traduzidas para o idioma italiano, o que levou ao equívoco de interpretação; 4.Confiamos plenamente na Justiça italiana, no sucesso do recurso defensivo e na reforma da decisão, conscientes de que a submissão do feito às instâncias superiores permite justamente evitar erros judiciários e condenações injustas; 5.Por fim, Robinho agradece o apoio da torcida do Santos Futebol Clube e, como pai de família e atleta, faz questão de ressaltar que repudia todas as formas de violência. O ge reforça que obteve a sentença de forma legal e reafirma que não houve edição dos trechos das transcrições. De acordo com a decisão da justiça italiana, Robinho e o brasileiro Ricardo Falco abusaram sexualmente de uma jovem de origem albanesa, em uma boate, em Milão. Os advogados dos dois apresentaram recurso. A Corte de Apelo de Milão vai iniciar a análise do processo, em segunda instância, no dia 10 de dezembro. Além de Robinho e Falco, outros quatro brasileiros teriam participado do ato classificado pela Procuradoria de Milão como violência sexual. Como esses quatro deixaram a Itália no decorrer da investigação, eles estão sendo processados num procedimento à parte, disse ao ge o advogado Jacopo Gnocchi, que representa a vítima. Fonte: G1

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